quarta-feira, 25 de abril de 2012

Óleo de coco emagrece mesmo?

Todos estão de olho nele, a bola da vez em termos de perda de peso. Mas sua eficácia divide opiniões. Fique por dentro e avalie se vale a pena investir no alimento.
 
Ficha técnica
Energia 110 calorias em 1 colher de sopa
Consumo diário ideal 2 colheres de sopa

Dicas de uso como tempero de saladas ou adicionado a pratos quentes, salada de frutas, bolos e sucos
Se tem um óleo que pode ser considerado o queridinho do momento, é o de coco extravirgem. Extraído do fruto maduro, ele virou febre principalmente entre aqueles que desejam se livrar de vez das dobras que teimam em se espalhar por diversas partes do corpo.

Para pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ, todo esse auê é compreensível. Eles prescreveram uma dieta de manutenção de peso a 30 homens com um grau de obesidade leve. Enquanto metade consumiu 1 colher de sopa cheia de óleo de coco todo santo dia, a outra teve de engolir óleo de soja, na mesma porção.

Em 45 dias, o resultado agradou: apesar de o óleo proveniente da fruta ser cheio de gordura saturada e calorias, ele ajudou a reduzir o índice de massa corporal, o volume de gordura e a circunferência na cintura de quem o incorporou à dieta. Além disso, contribuiu para o aumento de massa magra, ou seja, músculo puro. "Há o caso de um paciente que perdeu cerca de 7 quilos", revela a nutricionista Christine Erika Vogel, uma das responsáveis pela investigação.

De acordo com a especialista, o óleo auxiliaria no emagrecimento porque carrega um tipo de gordura conhecido como triglicerídeo de cadeia média, com destaque para o ácido láurico. E esse tal de ácido láurico gera energia na célula de forma acelerada. "As outras versões precisam de uma enzima para realizar esse processo, acumulando-se mais facilmente na forma de gordura corporal", explica. Na prática, o óleo de coco turbinaria o gasto energético, favorecendo, assim, a degola dos pneus.

As qualidades desse derivado do coco não se resumem à sua capacidade de botar lenha no metabolismo. "Assim como outros óleos e gorduras, o produto derivado da fruta retarda o tempo de esvaziamento gástrico, proporcionando maior sensação de saciedade", diz a nutricionista Andréia Naves, que é diretora da VP Consultoria Nutricional, em São Paulo.

Dessa forma, a quantidade de comida que vai ao prato ao longo do dia tende a ser menor - seria o fim dos ataques desenfreados de gula sem tanto sacrifício. "Aliado a uma alimentação equilibrada e à prática regular de atividade física, esse efeito auxiliaria no emagrecimento", avalia Andréia.

Para Ana Carolina Gagliardi, nutricionista do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo, o Incor, não há dúvidas sobre o poder das gorduras em deixar a barriga empanturrada. "Ainda assim, o papel do óleo de coco no processo de perda de peso é muito controverso", pondera. "É que as pessoas que o consumiram durante os estudos também seguiram uma dieta com restrição de calorias. Por si só, isso já torna o emagrecimento presumível."

"Realmente, não adianta ingerir o óleo de coco e exagerar nos salgados, nas frituras e nos doces. Não há milagres. Para emagrecer, é preciso mudar o estilo de vida", concorda Christine, pesquisadora da UFRJ. Só para constar, cada grama de óleo de coco reúne 9 calorias. Portanto, incorporá-lo à dieta sem providenciar mudanças no restante do cardápio não fará com que o ponteiro da balança tombe.

"A recomendação é que 25 a 30% de nossa alimentação seja composta de gorduras, sendo que no máximo 7% devem vir das saturadas, como as presentes no óleo de coco. Então, quem usar o ingrediente precisa investir em alterações na rotina, como preferir carne magra e tomar leite desnatado", avisa a nutricionista Ana Carolina.

Extravirgem ou refinado?
Se bater a dúvida, opte pelo primeiro sem pestanejar. "A versão extravirgem é obtida da carne do coco maduro, que pode ser fresco ou seco", conta Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde, em São Paulo. "Nesse processo, não são empregados solventes químicos nem altas temperaturas. "Por outro lado, o produto refinado, ou virgem, apresenta perda de uma parte dos antioxidantes. "Por isso, seus benefícios são comprometidos", conclui Bruna.

Polêmica à vista
Além do aspecto da saciedade, os outros benefícios relacionados ao óleo de coco não são vistos com tanta empolgação por uma boa parte de especialistas, já que o fato de ser formado por gorduras saturadas do tipo triglicerídeo de cadeia média não é considerado exatamente uma grande vantagem.

"De fato, eles são processados com maior rapidez. Mas gerar energia não é o mesmo que dissipá-la como calor", informa Rosana Radominski, endocrinologista e presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. "Ela pode ser usada para ajudar a acumular gordura no corpo, caso a ingestão calórica seja maior do que o gasto."

O também endocrinologista Alfredo Halpern, do Hospital das Clínicas de São Paulo e autor do livro A Nova Dieta dos Pontos para Crianças e Adolescentes, recém-lançado por SAÚDE, vai na mesma toada: "Talvez a gordura saturada de cadeia média possa fazer menos mal do que a de cadeia longa. Daí a dizer que emagrece é absurdo. Ela engorda tanto quanto as outras".

É bom frisar que rechear a mesa com alimentos gordurosos merece atenção redobrada não só porque dispara o risco de obesidade, epidemia que está por trás de uma série de doenças - de males cardiovasculares a câncer. A digestão vagarosa, por exemplo, pode ser um problema para certas pessoas. "Uma dieta rica em gordura é capaz de piorar os sintomas de quem já sofre com um processo digestivo mais lento ou tem histórico de refluxo", conta o gastroenterologista Ricardo Barbuti, que integra a Federação Brasileira de Gastroenterologia.

Outro grupo que deve pensar duas vezes antes de regar sem pudor os pratos com óleo de coco é o de pacientes diagnosticados com esteatose hepática, quando o fígado entra num processo de engorda. "Devido à sua composição, o alimento pode aumentar a dimensão do problema", esclarece a nutricionista Andréia Naves.

Camuflado no prato
Não tem jeito: nem todo mundo é fã do sabor pronunciado da fruta. Se for desse time, anote a dica: "Antes de refogar os alimentos, deixe o óleo por mais tempo em fogo brando para que o aroma se dissipe", aconselha a nutricionista Christine Erika Vogel, da UFRJ. Caso queira temperar saladas, o óleo pode ser misturado ao azeite. Já em pratos com peixes e frutos do mar, seu sabor entra como um excelente complemento.

E o coração?
Além de notar a redução de peso dos voluntários, os cientistas da UFRJ encontraram evidências de que o óleo de coco extravirgem ajudou a elevar as taxas do HDL, o bom colesterol, e freou o desenvolvimento do LDL, um algoz do peito. "Alguns estudos já demonstraram que os triglicerídeos de cadeia média reduzem a produção de uma lipoproteína chamada VLDL, associada ao aumento do LDL", lembra a pesquisadora Christine.

Mas está aí outro tema que incita um acalorado debate. É que a gordura saturada, independentemente de ser de cadeia média ou longa, é reconhecida por aumentar os dois tipos de colesterol, especialmente aquele que ameaça a saúde. "Logo, o óleo de coco não é indicado nem para prevenir nem para tratar doenças cardiovasculares. Pior do que esse tipo de gordura, só a trans, já que estimula a produção de LDL e reduz o HDL", adverte Ana Carolina, do Incor.

Justamente por suscitar dados contraditórios, não é de surpreender que os especialistas concordem em um ponto: é preciso colocar o óleo de coco no centro de outros estudos antes de considerá-lo a última palavra no que diz respeito ao emagrecimento. "Outras variáveis devem ser investigadas e mais pesquisas são necessárias para corroborar a tese de que ele é mesmo um aliado da boa forma", diz Mariana Del Bosco, nutricionista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.

Agora, quem quiser testar seus efeitos pró-emagrecimento antes que os pesquisadores batam o martelo deve se restringir a 2 colheres de sopa diárias. "Comece consumindo uma quantidade pequena para evitar desconfortos gastrointestinais como náuseas, cólicas e diarreia", indica Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde, na capital paulista.

As doses caem bem antes das principais refeições - para estimular logo a saciedade - ou adicionadas a saladas, pratos quentes, molhos, massas, sucos e shakes. Caso opte pelas cápsulas, saiba que são necessárias 12 delas para conquistar os possíveis efeitos de 1 colher de sopa do óleo de coco. Você decide.

Superbadalados

Os óleos que têm se tornado cada vez mais célebres por suas diversas propriedades nutricionais
  

Óleo de coco extravirgem

É rico em triglicerídeos de cadeia média, gorduras saturadas de rápida digestão. Por isso, ele teria o poder de gerar energia e favorecer o emagrecimento.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Tem dificuldade de emagrecer?

Saiba como diminuir o açucar do seu sangue, e tenha ótimos resultados.

O segredo é da DESINTOXICAÇÃO que está no controle do nível de glicose (açúcar) no sangue. Um dos efeitos colaterais do excesso de peso é a dificuldade do corpo para queimar açúcares e gorduras. Essa queima é feita pela insulina. Quem está gordinho tem resistência à insulina: ela é fabricada mas não é bem absorvida. Como resultado, o organismo estoca mais gordura do que deveria.O método se divide em 3 fases. Na primeira, que dura 2 semanas, a maioria dos carboidratos fica de fora. Fazem exceções certas leguminosas (feijão e lentilha), que também são boas fontes de proteínas e de fibras, que atenuam a fome, dando maior sensação de saciedade.

O objetivo dessa fase é vencer a resistência à insulina favorecida pelo hábito de comer açúcar e doces (inclusive frutas) e carboidratos ricos em amidos (batatas, arroz branco, produtos derivados de farinhas refinadas), que viram glicose no sangue muito rápido. De quebra, evitar tais alimentos diminui a ocorrência de ataques de comilança. “Quanto mais se come desses carboidratos, mais vontade de come-los se tem depois”, diz a nutricionista Denise Schirch de São Paulo.
Claro, os carboidratos têm a função de fornecer energia e continuam a ser indispensáveis. A partir da segunda fase, você aprende a preferir os ricos em fibras, mais saudáveis, e a diminuir o consumo dos demais. A terceira fase é a fase da manutenção – para o resto da vida – e não tem restrições drásticas nem cardápio.

“Essa dieta adota critérios saudáveis”, avalia a endocrinologista Fernanda D’Elia, de São Paulo. “É boa fonte de vegetais, grãos integrais e proteínas animais e não exclui nenhum dos principais grupos alimentares.” 
 
Sinta-se mais leve!!!
  • Ter uma refeição antes de dormir - 2 colheres de caseína é uma ótima opção.
  • Inclua gorduras boas (nozes, manteiga de amendoim, óleo de peixe, óleo de linhaça ( uma colher de chá) , com todas as refeições.
  • Comer uma pequena refeição ou lanche a cada 3 horas .
  • Grelhar e não fritar, todas as fontes de proteína , exceto as claras de ovos .
  • Incluir carboidratos em cada refeição , com as duas últimas refeições estritamente legumes ( carboidratos fibrosos ).
  • Beba muita água (o equivalente a seu peso X 0,4). Se você não fizer isso, seus músculos vão parecer menor e sua força não será maximizada.
  • Não treinar de estomago vazio. Alimente-se em torno de 1 a 1,5 horas antes do treino.
  • Limpeza de todos os alimentos que lhe oferece perigo do seu armário , eliminando as tentações vai ajudar muito .
  • Ler etiquetas e rótulos com os valores nutricionais dos alimentos.
  • Tente escolher alimentos com menos quantidade de processamento possível.
  • Evite os alimentos refinados são pobres em nutrientes e ricos em calorias.

FASE 1

ALIMENTOS PERMITIDOS

O2 Assessoria Esportiva

Carnes, peixes e aves cortes magros de carne de boi e de porco, frango sem pele(peito), peito de perú, lombo canadense, peixes e frutos do mar em geral(todos).
Saladas, legumes e grãos brócolis, couve-flor, alcachofra, pepino, arpargo, espinagre, berinjela, tomate, alface, cebola, cogumelos, aipo, broto de alfafa, abobrinha, feijão, lentilha, vagem, grão-de-bico, nozes.
laticínios e semelhantes leite desnatado, iogurte desnatado, queijos sem gordura (cottage, ricota, versões light), tofú, ovos.
Óleos e temperos óleo de canola e azeite de oliva; pimenta do reino, malagueta, caiena, raíz forte. Temperos sem açúcar em geral. doces limite de 75 calorias diárias. PRATOS ÁRABES: Ex: TABULE, quibe cru, e outros.

ALIMENTOS PROIBIDOS

Bebidas
Todas as bebidas alcoólicas, inclusive cerveja e vinho.
Frutas
Todas as frutas e sucos de frutas.
Saladas, legumes e grãos
Legumes ricos em amido como batata e inhame. Também devem ser evitados cenoura, milho e beterraba.
Outros
queijos gordos, pão, cereais, arroz, macarrão e alimentos assados em geral.

FASE 2

ALIMENTOS PERMITIDOS E REINTRODUZIDOS

Qual a diferença do life Coaching in Fitness em relação ao personal trainner?

Todos os alimentos da fase 1 e os seguintes alimentos podem ser reintroduzidos na sua dieta:
Frutas
maçã, banana, uva, manga, laranja, pêssego, ameixa, morango, melão, cereja, kiwi, pêra.
saladas, legumes e grãos
cenoura, batata-doce, grão-de-bico, arroz integral, ervilha.
outros
alimentos a base de soja, chocolate amargo e meio-amargo(com moderação), pães com grãos, massas integrais, vinho tinto.

FASE 1

DESINTOXICAÇÃO

Dia 1

Café da manhã: 1 copo de suco de tomate + 1 ovo mexido com ervas e azeitonas + 2 fatias de presunto + 1 xícara de café com leite;
Lanche: 1 fatia de mussarela;
Almoço: salada de folhas verdes e tomate (temperada com azeite) + fatias de peito de frango grelhado+ berinjela assada com mussarela ralada;
Lanche 2: ½ xícara de cottage com tomate e pepino;
Jantar: salada de rúcula e palmito com azeite + 1 filé mignon grelhado + espinafre + ricota batida com suco e rapas de limão e adoçante.

Dia 2

Café da manhã: 1 iogurte + 4 rolinhos de peito de peru com mussarela + 1 xícara de chá com leite;
Lanche: 1 punhado de nozes ou de amendoim torrado;
Almoço: salada de feijão branco e tomate (temperada com azeite e vinagre) + 1 filé de pescada grelhado + brócolis refogados;
Lanche 2: 2 fatias de queijo branco com 1 fatia de tomate, azeite e orégano;
Jantar: salada de de alface ou repolho roxo com azeite + 1 filé de frango grelhado com aspargos (ou couve-flor assada com cottage) + abobrinha refogada com tomate e manjericão + 1 fatia de pudim de claras feito com adoçante ou 1 iogurte batido com essência de baunilha.

Dia 3

Café da manhã: 1 tomate recheado com ricota oU cottage + omelete (1 ovo) + 1 xícara de chá ou café com leite;
Lanche: 1 polenguinho;
Almoço: salada de folhas verdes com pimentão, lascas de mussarela e azeite + 1 porção de carne assada + feijão;
Lanche 2: 1 coalhada;
Jantar: 1 posta de salmão grelhado com cogumelos ou palmito + salada de escarola com tomates-cereja e azeite + 1 iogurte.

Dia 4

Café da manhã: 2 fatias de presunto + 1 fatia de ricota com azeite e sal + 1copo de leite batido com cacau e adoçante + café ou chá;
Lanche: 1 iogurte;
Almoço: salada de agrião, tomate, erva-doce temperada com azeite + camarões grelhados (ou kani);
Lanche 2: ½ xícara de nozes;
Jantar: salada de akface e palmito temperada com azeite + 1 porção de lombo assado + abobrinha refogada com cottage + 1 iogurte.

Dia 5

Café da manhã: 1 copo de suco tomate + omelete (1 ovo) com 1 fatia de queijo prato + 1 xícara de chá ou café com leite + gelatina com 1 colher de creme de leite light;
Lanche: 1 polenguinho;
Almoço: salada de pepino com tomate e hortelã + carne moída ao sugo + feijão ou couve;
Lanche 2: 1 iogurte;
Jantar: salada de lentilha + 1 bife grelhado com cebola e tomate + brócolis + creme gelado de ricota batida com essência de baunilha e adoçante.

Dia 6

Café da manhã: 1 iogurte com nozes picadas + 2 fatias de presunto + 1 xícara de chá ou café com leite;
Lanche 1: 2 bolas médias de mussarela de búfala;
Almoço: salada com alface, tomate, pimentão, atum em conserva, fatias de ovo cozido e azeitonas pretas temperada com azeite e vinagre;
Lanche 2: 3 fatias de blanquet de peru ou 3 fatias de queijo branco;
Jantar: 1 sopa de legumes com bacon torrado + salada de salsão, palmito e tomate com azeite + 1 filé de peru grelhado + musse de gelatina e iogurte (dissolver ver a gelatina e misturar ao iogurte).

Passados os 14 dias, siga para fase 2


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Treinamento funcional 

O treinamento funcional não é uma novidade, afinal a funcionalidade do ser humano já foi uma questão de sobrevivência. Seguindo a linha histórica, na mitologia grega é observada a importância de uma plena funcionalidade para sucesso de desafios propostos, como Os doze trabalhos de Hércules. Na Grécia Antiga encontramos os Jogos Olímpicos. Para melhoria da performance os atletas gregos desenvolveram equipamentos e métodos de treinamento específicos para superação de resultados. Esta prática, também foi aplicada na Roma Antiga, entre os gladiadores.
Na atualidade o treinamento funcional, mantém a sua essência como um método de treinamento físico, com a premissa básica de melhoria da aptidão física relacionada à saúde ou melhoria da aptidão física relacionada a performance e prevenção de lesão músculo esquelético. Tem como característica realizar a convergência das habilidades biomotoras fundamentais do ser humano, para produção de movimentos mais eficientes. A vantagem deste método de treinamento é a de atender tanto o indivíduo mais condicionado como o menos condicionado, criando um ambiente dinâmico de treino.
Paul Chek desenvolveu um sistema de treinamento funcional focado nos movimentos fundamentais do homem primitivo e que são executados também no cotidiano do homem moderno, são eles os movimentos de: agachar, avançar, abaixar, puxar, empurrar, levantar e girar.
Algumas linhas de pesquisa sobre treinamento funcional referem-se ao treinamento com instabilidade e/ou treinamento do core. Podemos entender como treinamento do core um programa de exercícios físicos que visa melhorar a capacidade de controlar a posição e o movimento do tronco sobre a pelve e as pernas para permitir uma ótima produção, transferência e controle da força e movimento para o segmento distal, numa cadeia integrada de atividades. Desta forma o produto do controle motor e da capacidade muscular do complexo lombo-pélvico-quadril é a estabilidade do centro corporal (core).

Principais Músculos Estabilizadores do Core (centro)

  • Multifidus
  • Transverso do abdômen
  • Oblíquo interno

Valências físicas do treinamento funcional

O treinamento funcional visa trabalhar as valências físicas de forma equilibrada, entre as valências físicas abordadas pelo método estão:
  • Equilíbrio;
  • Força;
  • Flexibilidade;
  • Resistência;
  • Coordenação;
  • Velocidade.

Componentes do Programa de Treinamento Funcional

 

  • Treinamento do Core
  • Treinamento de equilíbrio estático e dinâmico
  • Treinamento de Força Muscular (força e potência)
  • Treinamento de Flexibilidade
  • Treinamento Aeróbio

Treinamento Funcional Aplicado à Atividade Laboral

Treinamento Funcional Aplicado ao Desporto

  • Corrida:
  • Futebol:
Identificando os alvos do atleta de futebol para melhor treiná-lo
Do ponto de vista biomecânico voltado ao futebol, todo gesto motor apresenta instabilidade articular, principalmente dos membros inferiores. A corrida, o chute, o salto para um cabeceio, uma disputa de bola, todos esses movimentos dentre os milhares que existem neste esporte apresentam uma complexidade de sistemas corporais interagindo para que o organismo possa melhor executá-lo sem grandes perturbações e com extrema precisão.
De acordo com BERG (1989) citado por GOLDENBERG & TWIST, o equilíbrio pode ser entendido por três caminhos: a capacidade de manter uma posição, a capacidade para voluntariamente mover-se e a capacidade para reagir a uma perturbação.
Os músculos do corpo apresentam continuamente uma corrente para corrigir os distúrbios no centro de gravidade. Vale ressaltar que, quando o atleta está em pé, o centro de gravidade passa proximalmente e anteriormente à segunda vértebra sacral da coluna e esse ponto se modifica conforme os movimentos do jogo. Sendo assim, posso citar como exemplo o desafio do equilíbrio que força o corpo para frente, quando a base de suporte está nos pés e a cadeia de sistemas que contrapõe esse movimento começa com o tornozelo. Os músculos posteriores do tornozelo e das pernas contrairão para contrapor-se ao movimento, puxando o corpo e conseguindo promover o equilíbrio de modo a levar o ponto gravitacional ao lugar específico do corpo. Se o equilíbrio está forçando para trás, os músculos anteriores da perna serão contraídos e o trabalho para puxar as costas para o centro de gravidade se realizará.
Outro exemplo disto é quando o atleta realiza o chute. Nesse momento o peso do corpo é suportado somente por uma perna. Há um incremento do desafio do equilíbrio lado a lado do pé que está apoiado, no qual seguirá de pronação e supinação desta articulação neste membro. Em alguns instantes, o equilíbrio do corpo será muito forte nesta região para reagir contra o desafio do equilíbrio. Quando isso acontece, o atleta passa a usar não só os músculos que envolvem a articulação do tornozelo, mas também os músculos das pernas, quadris e costas para contrapor-se ao movimento.
Para treinar o equilíbrio sem perturbações e até aumentar sua performance, é necessário observar um conjunto de sistemas complexos motores e sensoriais. É importante enfatizar que antes do início deste treinamento, o atleta deve estar com força e flexibilidade bastante desenvolvidas. Desta maneira, as capacidades funcionais corporais podem ter muitos benefícios para um melhor desempenho atlético. Dentre os sistemas motores estão presentes: as qualidades físicas corporais (força, potência, resistência ) e o tônus da base. Em relação aos sistemas sensoriais temos: o sistema proprioceptivo, o sistema visual, o sistema vestibular e o sistema de controle motor. Este último pode ser entendido também como um sistema motor.
Portanto, ao treinar nosso corpo, devemos pensar que ele é um sistema interligado. Cada músculo tem receptores para avaliar as posições relativas ao espaço e a todo o equilíbrio corporal. Eles estarão em comunicação, interligando informações para tentar produzir um dado movimento. Isso acontece desde que todos os sistemas funcionem em harmonia para as exigências corporais desse esporte, podendo o atleta, estar livre de incômodos (dores articulares, ligamentar etc.). Para isso é necessária uma alta treinabilidade.

Ingestão de vitamina B reduz estresse causado por trabalho




                                             A vitamina B pode ser encontrada nas carnes, feijão e Grãos integrais.


A conclusão é de uma pesquisa feita pela Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália.
Inicialmente, a equipe de pesquisadores liderada pelo professor Con Stough analisou 60 pessoas em relação a personalidade, demandas profissionais, humor, ansiedade e tensão. Trinta e noventa dias depois de terem ingerido altas doses de suplementos de vitamina B elas foram reavaliadas. Uma parte dos participantes recebeu apenas placebo.
Stough afirma que, depois dos três meses de estudo, o grupo em que foi administrada a vitamina B apresentou níveis bem mais baixos de estresse relacionado ao trabalho do que no começo do experimento. "De fato, os participantes tiveram uma melhora de quase 20% em seus níveis de estresse", disse o pesquisador. Por outro lado, no grupo que recebeu apenas placebo nenhuma mudança foi observada.
A vitamina B, de acordo com Stough, pode ser encontrada em um elevado número de alimentos não processados, como carne, feijão e grãos integrais. "Qualquer coisa que a gente possa fazer para reduzir o estresse causado pelo trabalho é positivo, porque diminuindo o estresse também diminuímos os riscos de problemas de saúde, como doenças do coração, depressão e ansiedade", disse o pesquisador ao publicar suas conclusões. Agora, Stough afirma que mais pesquisas são necessárias para detectar os efeitos da vitamina B a longo prazo.

Reportagem tirada da revista Suplementação.

Superlanches


Comidinhas gostosas, que saciam a gula e trazem benefícios surpreendentes à saúde

Por Nicole Falcone | Foto Jonathan Kantor
Meio da tarde, falta muito para a hora do jantar, mas sua barriga está roncando. Será que você deveria fazer um lanche? Sim, desde que escolha os alimentos com inteligência, segundo a nutricionista esportiva Deborah Shulman: “Comer a cada 3 ou 4 horas pode ajudar a controlar o apetite”. E também fornecer os nutrientes de que você precisa antes e depois da corrida. Mas atenção para não extrapolar: programe um ou dois lanchinhos por dia, cada um com 150 a 250 calorias. Evite os industrializados e prefira opções integrais ou minimamente processadas, que vão matar a fome e fazer de você um corredor mais saudável.

A GULA - por um salgado
O LANCHE – pipoca

Rica em fibras e com baixas calorias, a pipoca também é um alimento benéfico ao coração. Em um estudo apresentado em 2009 pela Universidade de Scranton (EUA), pesquisadores verificaram a quantidade de polifenóis presentes em diversos grãos integrais e descobriram que a pipoca tem o maior teor desse nutriente. Os polifenóis são antioxidantes que podem proteger seu organismo dos danos aos tecidos e às células relacionados com doenças cardíacas e alguns tipos de câncer.

A GULA - por doces
O LANCHE - chocolate amargo

O estresse em excesso pode aumentar o risco de doenças cardíacas. De acordo com um estudo de 2009, o chocolate amargo pode ajudar a prevenir o problema. Pesquisadores deram aos participantes 40 gramas de chocolate amargo diariamente por duas semanas. O chocolate reduziu os níveis de hormônios do estresse em participantes ansiosos. Há também evidências de que o chocolate amargo pode ajudar a diminuir a pressão sanguínea (e, assim, reduzir o risco de doenças do coração). Mas é só um pedacinho, não a barra.

A GULA - por algo crocante
O LANCHE - amendoim torrado

Um estudo publicado no periódico Food Chemistry constatou que, quanto maior o tempo de torra dos amendoins, mais altos seus níveis de antioxidantes. Amendoins bem torradinhos preservam mais manganês e vitamina E (que ajudam a proteger seus ossos e glóbulos vermelhos, respectivamente) do que os ligeiramente torrados ou mesmo crus. E eles são ricos em proteína, fibras e gorduras saudáveis – três nutrientes que o ajudam a se sentir saciado por mais tempo. Guarde pequenas porções de amendoim na gaveta do escritório ou prepare seu próprio mix com amendoins e frutas secas.

A GULA - por uma bebida gelada
O LANCHE - suco de cereja

As frutas vermelhas (como morango, framboesa e cereja) comprovadamente ajudam a reduzir inflamações e aliviar as dores e, além disso, são boas para o coração. Em um estudo publicado no Journal of Nutrition, participantes beberam cerca de 240 ml de suco de cereja ou um placebo duas vezes por dia ao longo de duas semanas. Os pesquisadores descobriram que o suco reduziu os danos oxidantes, que podem contribuir para doenças cardíacas. As qualidades protetoras das frutas vermelhas são provenientes de alto nível de antioxidantes. Embora o suco perca boa parte das fibras da fruta, "é uma excelente fonte de carboidratos", diz a nutricionista esportiva Pamela Nisevich Bede, o que faz dele uma boa escolha para a recuperação após a corrida.

A GULA - por algo que traga “sustância”
O LANCHE - cereais com leite

Um belo café da manhã pode ajudar a acelerar a recuperação após um treino pesado. Em um estudo publicado em 2009 no periódico Journal of the International Society of Sports Nutrition, ciclistas pedalaram por 2 horas e em seguida comeram cereais integrais com leite desnatado ou tomaram uma bebida esportiva à base de carboidratos (isotônico). Vários dias depois, eles repetiram o teste. Os pesquisadores constataram que o cereal repõe os estoques de energia tão bem quanto a bebida esportiva. O leite também fornece proteína, importante para a recuperação muscular, o que torna essa opção de lanche pós-corrida mais barata e menos processada.




Reportagem retirada da revista Runner's Mês de Abril!!!
Confira você também ótimas reportagens!!!


terça-feira, 17 de abril de 2012

Se mantenha em forma como Cauã Reymond

Cauã Reymond Fala em cap. de Novela que seu prato preferido e Quiche de Ovos. Aprenda a fazer para se manter em forma também!


 

 

 

RECEITA: Quiche proteico de ervas finas no microondas.



Mais uma receita suuuper simples, rápida e não suja louça (melhor parte rsrs)
Você vai precisar:
1 caneca (de preferência grande)
1 ovo inteiro 
2 colheres de sopa de aveia em flocos (eu usei flocos médios)
1 colher de sobremesa de gergelim
1 scoop de whey sem sabor (opcional)
1 colher de sopa de queijo ralado (opcional se a pessoa não consome lactose)
Ervas finas e sal a gosto (eu usei orégano e alecrim)

Preparo: colocar tudo na caneca e bater bem com um garfo até misturar tudo e levar no microondas por 1 minuto (esse tempo de microondas pode variar dependendo da potência do micro, mas em média é 1 minuto).
Depois retire da caneca e coloque no prato, sirva com azeite de oliva e decore salpicando aveia por cima.

*Você pode variar o sabor, usando a criatividade! Eu gosto muito de fazer o quiche de marguerita, uso tomate fresco e manjericão! 


RECEITA - Bolo de caneca proteico

- 1 ovo inteiro + 1 clara
- 1 colher de sopa de oleo de coco
- 1 scoop de whey sabor chocolate
- 1 scoop de aveia
- 2 castanhas do brasil picadas
- 1 colher de café bem rasa de fermento em pó

Como preparar: Bati o ovo inteiro + as claras e o óleo de coco com um garfo até misturar bem misturadinhos, depois acrescentei o whey, a aveia, as castanhas e o fermento e bati com o garfo até misturar bem. Depois levei ao microondas por 3 min, (espere mais 1 minuto com o microondas fechado p ele não murchar e depois abra e retire da caneca, está pronto! Rápido, fácil e sem sujeira na cozinha.

#Dica: Como não vai nada de açúcar e meu whey tbm não é muito doce, eu 
usei o AGAVE para adoçar e tbm decorar. 

Para quem não gosta de usar adoçante artificial e passa longe do açúcar refinado, uma ótima opção é o Agave. Um produto orgânico e de baixo índice glicêmico* (se transforma em glicose de maneira mais lenta). O extrato de agave é produzido a partir da planta Agave azul (agave tequilana), originaria do México. A produção ocorre através da quebra, filtragem, homogeneização e evaporação da planta. 
Da mesma planta, é também extraído o principal ingrediente na fabricação da tequila, bebida alcoólica tradicional no país. 

Seu sabor e aparência é uma mescla de mel com melaço de cana. De cor amarelo claro, odor agradável e textura mais fluida que o mel. Não contém glúten nem lactose. 

Seu poder adoçante é maior em comparação ao açúcar comum, alguns sites citam poder 3x maior que o açúcar, mas o rótulo do produto indica o valor de 1,3. De qualquer forma, não precisamos colocar uma grande quantidade do produto para adoçar. 

Para quem se preocupa com calorias, o Agave contém 3,34 Kcal/g, enquanto o açúcar comum contém 4 Kcal/g. O que também não conta muito, já que uma colher de sopa de açúcar pesa menos que uma colher de sopa de Agave. 

Além de ser gostoso, orgânico e de baixo índice glicêmico, o Agave é uma boa fonte de minerais como ferro, potássio, cálcio e magnésio. Além disso, contém propriedades prebióticas, ou seja, alimenta nossas bactérias intestinais benéficas, trazendo mais saúde ao nosso intestino.



Fibras alimentares fazem bem à digestão

A lenda surgiu nos anos 70: na época, dizia-se que consumir fibras era saudável porque elas ajudariam na digestão. Mesmo sem nenhuma comprovação científica, o mito se propagou nos anos 80 e 90. O problema é que nada disso era verdade. Quer dizer, consumir fibras faz, sim, bem à saúde. Mas por outros motivos. "Do ponto de vista da biologia do sistema digestivo, não se pode dizer que elas façam bem à digestão, porque elas não participam diretamente desse processo", diz a nutróloga carioca Tamara Mazaracki. O que as fibras fazem é estimular o trânsito intestinal e levar embora algumas toxinas, afastando o mal-estar provocado pela prisão de ventre.

São dois os tipos de fibra: a solúvel e a insolúvel. A primeira, presente na aveia, no feijão, na lentilha e nas frutas, se liga a moléculas de água, formando uma espécie de gel. Uma vez no intestino, diminui a absorção de gorduras nocivas, como o colesterol. Ela também evita os picos de glicose, porque os carboidratos são absorvidos mais lentamente. Então, além de prevenir infarto e derrame, o tipo solúvel ajuda a controlar a diabetes. A fibra insolúvel, como o nome sugere, não se dilui em líquidos. Ela está no pão integral, nos farelos, nos grãos, nas verduras, nos legumes e nos cereais. A quantidade diária recomendada fica entre 25 e 35 gramas (veja a tabela abaixo). Ingerir mais do que isso pode ter efeito contrário (veja o quadro acima).
As fibras não tomam parte no processo digestivo: elas fazem bem à saúde, sim, mas porque estimulam o trânsito intestinal.


Em excesso, elas podem até fazer mal


As fibras são chamadas de vassouras do intestino, tal seu poder de limpeza no organismo. Porém, quando consumidas acima da dose indicada pelos especialistas, podem alterar o funcionamento do órgão. E aí dá-lhe gases, diarreia ou prisão de ventre. Outro inconveniente de exagerar nas fibras é que elas podem levam embora, junto com as toxinas, minerais importantes, como cálcio, ferro, zinco e magnésio, além de dificultar a absorção das vitaminas lipossolúveis A, D, E e K.


O ranking dos campeões **Quantidade de fibras em 100 g

Farelo de trigo - 47 g
Flocos de aveia - 6,40 g
Pão de centeio - 5,24 g
Pão integral - 5,03 g
Pão francês - 3,20 g
Milho verde - 2,88 g
Brócolis - 2,86 g
Berinjela - 2,51 g
Couve-flor - 2,05 g
Mandioca - 1,80 g
Cenoura - 1,54 g
Arroz integral - 1,50 g
Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos da USP


Reportagem da Revista Super Interessante

quarta-feira, 11 de abril de 2012

ZMA aumenta os níveis de testosterona e hGH

 
O ZMA™ é uma fórmula à base de minerais, ligados à vitamina B-6, clinicamente provado, para aumentar os níveis da testosterona.
Por causa da eficácia documentada no aumento dos níveis de testosterona esse suplemento é utilizado por milhares de atletas em todo mundo como uma alternativa segura e natural ao uso de pró-hormônios.
A falta de magnésio é uma das carências nutricionais mais comuns entre adultos saudáveis, especialmente mulheres e idosos. Isso é ainda mais comum entre os atletas que praticam musculação devido a grande perda desse nutriente durante os treinos com pesos.
As reservas de zinco e vitamina B6 são também consumidas durante os exercícios intensos. Em um estudo com 160 atletas, 23% dos homens e 43% das mulheres tiveram níveis baixos de zinco de forma significativa. A boa notícia é que o ZMA pode agir contra essas deficiências e trazer benefícios reais em termos de performance e de saúde.

ZMA pode aumentar os ganhos musculares e a recuperação física da seguinte forma:
  •  Aumento da produção de hormônios anabólicos, tais como a testosterona, para ganhos de força e de massa muscular.
  •  Melhora do relaxamento muscular durante o sono, o que pode ajudar no processo de recuperação do tecido muscular no pós-treino.
 Pesquisas indicam que o ZMA pode ser útil nas seguintes situações:
  •  Câimbras e tensões musculares;
  •  Insônia e problemas do sono;
  •  Catabolismo;  
  • Níveis baixos de testosterona.

ZMA também mostrou sua importância no auxílio da melhora da qualidade do sono. Uma boa noite de sono é fundamental para promover a recuperação do tecido muscular e ativar a liberação de hormônio do crescimento (hGH).
O corpo libera a quantidade máxima de hGH a cada noite por volta de 90 minutos depois de dormir, e sendo assim é fundamental que todos esses importantes minerais e elementos (zinco, magnésio e vitamina B6) estejam disponíveis para serem usados pelo organismo nessa hora.

De outra forma você estará limitando sua capacidade de aumentar a liberação de hGH, que é o principal elemento responsável pelos ganhos musculares.
Se você faz musculação ou pratica outra atividade esportiva, essa combinação de nutrientes é INDISPENSÁVEL para atingir seus objetivos de performance e de ganhos musculares.
O que faz do ZMA um suplemento tão especial?
Essa fórmula cientificamente projetada e patenteada de minerais e elementos especiais é composto de quantidades e formas muito precisas e selecionadas de zinco, magnésio e vitamina B6, especialmente “Aspartato de Monometionina de Zinco”, “Aspartato de Magnésio” e vitamina B6 (piridoxina HCL).
Essa combinação precisa é o que torna o ZMA diferente do zinco e magnésio encontrados em outras fórmulas de suplementos multivitamínicos e multiminerais consumidos no dia-a-dia.
Porque usar o ZMA em vez de pró-hormônios?
Existem algumas razões para considerar o ZMA mais atrativo do que alguns produtos pró-hormonais.
Vamos ver:
Primeiro que não existe a necessidade de usar o ZMA em ciclos como acontece com os pró-hormônios para reduzir a probabilidade de efeitos negativos à saúde. Você pode fazer uso do ZMA continuamente, sem intervalos.
Segundo que os pró-hormônios tem sido banidos por muitas organizações de atletas, tais como o comitê olímpico norte-americano, a liga de futebol americano dos EUA (NFL) e a associação de baskete dos EUA (NBA), enquanto que o ZMA não. De fato, o ZMA é usado por milhares de atletas de elite, e muitos tem relatado resultados fantásticos na construção de tecido muscular e ganhos de performance.
É bom lembrar que o uso de pró-hormônios aqui no Brasil é proibido por lei, e até mesmo nos EUA alguns deles já foram expressamente proibidos por trazerem riscos graves à saúde.
E as evidências são concretas sobre o ZMA: Estudos sugerem que o ZMA aumenta os níveis de testosterona em mais de 30% sem criar metabólitos esteróides que poderiam ser facilmente acusados em testes anti-dopping. E o mais importante, a suplementação com ZMA não causará nenhum dos efeitos negativos frequentemente associados ao uso de pró-hormonais.

Dica:  Não use o ZMA em conjunto ou imediatamente antes ou depois de consumir alimentos e suplementos contendo alta concentração de cálcio (ex: leite, iogurte, etc.) porque o cálcio pode reduzir a absorção dos nutrientes no ZMA.

terça-feira, 10 de abril de 2012

BCAA – O que é? Como e PORQUE tomar?


Todo mundo já ouviu falar de BCAA, seja na TV, na academia, internet, através de amigos, etc.
Mas afinal, o que significa isso? Realmente quando lemos a definição, ficamos confusos, pois é uma sigla em inglês que significa Branched Chain Amino Acids, ou traduzindo, Aminoácidos de Cadeia Ramificada.
Fique tranquilo, pois neste post vamos simplificar tudo para você!!!
Em primeiríssimo lugar, o que é aminoácido?

Explicando de uma forma bem simples e resumida, aminoácido é um pedacinho da proteína.
Ou, se você preferir uma explicação mais científica:
Um aminoácido é uma molécula orgânica que contém um grupo amina e um grupo carboxila. Alguns aminoácidos também podem conter enxofre.
A forma mais importante dos aminoácidos, os alfa-aminoácidos, que formam as proteínas, tem, geralmente, como estrutura um carbono central (carbono alfa, quase sempre quiral) ao qual se ligam quatro grupos: o grupo amina (NH2), grupo carboxílico (COOH), hidrogênio e um substituinte característico de cada aminoácido.
Os aminoácidos se unem através de ligações peptídicas, formando os peptídeos e as proteínas.
Para que as células possam produzir suas proteínas, elas precisam de aminoácidos, que podem ser obtidos a partir da alimentação ou serem fabricados pelo próprio organismo.
FUNCIONA ASSIM: AMINOÁCIDO>PROTEÍNA>MÚSCULO
Portanto, para se ter músculo, tem que ter proteína, e para se ter proteína, tem que ter aminoácidos.
Aminoácidos não-essenciais
Aminoácidos não-essenciais ou dispensáveis são aqueles que o corpo humano pode sintetizar, ou seja, produzir.
São eles: alanina, asparagina, ácido aspártico, ácido glutâmico, serina.
Aminoácidos essenciais
Os aminoácidos essenciais são aqueles que não podem ser produzidos pelo corpo humano. Dessa forma, são somente adquiridos pela ingestão de alimentos, vegetais, animais ou suplementos. São eles: fenilalanina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, treonina, triptofano, histidina e valina.

Já falamos o que significa a silga BCAA, mas agora afinal, o que são os BCAA’s?
Em termos curtos os BCAAs são formados por 3 aminoácidos essenciais, ou seja, não são produzidos pelo organismo, sendo eles:  A L-Valina, L-Leucina  e L-Isoleucina.
O BCAA é de especial interesse para os esportistas, fisiculturistas, praticantes de atividades físicas em geral porque são metabolizados nos músculos. Aqui, eles podem ser usados para produzir energia ou para construir novas proteínas.
Embora as fontes de proteínas completas, como carnes, contenham BCAAs, a pesquisa mostrou que a suplementação adicional pode ser benéfica. Uma vantagem da suplementação desses aminoácidos reside na sua capacidade de aproveitar ao máximo o período pré e pós-treino.
Durante os exercícios com pesos ou que exigem grande esforço físico, o corpo entra em estado catabólico e se o organismo não tiver os nutrientes necessários para se abastecer durante o treino, ele passa a retirar os aminoácidos presentes nos músculos para suprir a demanda do corpo por energia. O resultado disso é a perda de massa muscular, portano, é muito importante a suplementação com BCAA antes e depois do treino.

Quantidade de ingestão de BCAA:
Pesquisas mostram que o ideal é consumir de 4 á 8 gramas de BCAA antes do treino e 4 á 8 gramas depois.
Quantidades menores também vão surtir efeito, mas para se obter um melhor desempenho e uma recuperação mais rápida, uma dosagem maior será necessária para uma maior eficiência.

Como tomar:
Pode ser tomando antes do treino para aumentar o rendimento do treino, depois do treino para interromper o catabolismo gerado pelo treino e durante o dia para diminuir ao máximo a perda de massa.

Testosterona o pai da construção muscular


A testosterona é o pai da construção muscular, ela promove a síntese proteica. Excessos nunca são bem vindos principalmente de testosterona, mas se você conseguir melhorar a produção pelo seu organismo, notara uma maior queima de gordura e um maior ganho de massa magra (músculos). Além disso, você ganha também aumento do apetite sexual (libido) e na energia.

Sua produção depende de zinco e vitamina B12, e não é encontrado diretamente nos alimentos, porém, alguns alimentos podem contribuir para o aumento da produção deste hormônio. Basta que você consuma diariamente alguns dos seguintes alimentos:

OSTRAS: tem alto teor de zinco que desempenha papel ativo na saúde dos sistemas reprodutores masculino e feminino. São fontes também de magnésio, fósforo, manganês, proteínas, vitamina D, B12, ferro, cobre e selênio.

PEIXES OLEOSOS: o ômega 3 encontrado nos peixes e na linhaça é fundamental para produção deste hormônio. O salmão e a sardinha como outra boa fonte de vitaminas B B5, B6, B12, que são todos importantes para manter boa saúde reprodutiva.

BANANAS: boas fontes de potássio e vitaminas do complexo B, também necessárias a produção de testosterona.

ABACATES: contém vitamina B6, importante para produção hormonal nos homens.

CARNES MAGRAS: contém proteína, ferro, magnésio, zinco e gordura saturada. A ultima também é necessária a formação do hormônio

FEIJÃO: Proteínas, fibras, zinco. É a maior fonte vegetal de zinco.

AVES: contam com proteínas e pouca gordura. Dietas ricas em proteínas tem maior impacto sobre a massa muscular e portanto sobre os níveis de testosterona.

OVO: contém proteínas e colesterol. A testosterona necessita também do colesterol para ser sintetizada. E, hoje sabemos que esse teor de colesterol do ovo não é tão prejudicial como pensávamos anteriormente.

BRÓCOLIS, REPOLHO E COUVE DE BRUXELAS: Fibras e Indole-3-carbinol. Altos níveis de estrógenos favorecem o acúmulo de gordura e pode interferir no crescimento muscular. O Indol 3 – carbinol, ajuda a reduzir os níveis de estrógeno.

ALHO: contém alicina. Estudos mostram que este composto aumenta os níveis de testosterona e inibe o cortisol.

Vitamina D tem grande importância para a força muscular. Cientistas alemães descobriram que homens com níveis mais altos de vitamina D apresentam níveis significantemente mais elevados de testosterona e menores níveis de hormônios sexuais (globulina de ligação – SHBG) do que aqueles com baixos níveis de vitamina D em seu sangue. Um menor nível de SHBG, significa que mais testosterona esta livre para entrar nos músculos e aumentar o crescimento muscular.
E como sempre, a alimentação balanceada é a melhor opção, assim não sofreremos tantas alterações hormonais.
Outros fatores que influenciam os níveis de testosterona em seu organismo.

Obesidade: gordura excessiva aumenta a produção de estrógenos e estes fazem com que os níveis de testosterona caiam.
Uso de drogas e álcool: o álcool inibe nossa habilidade de remover o estrogênio do sangue.

Estresse: este eleva os níveis de corticosteroides no sangue o causa decréscimo de testosterona no sangue.
Diabetes: estudos sugerem sua ligação com baixos níveis do hormônio em questão.

Hipertensão e altos níveis de colesterol: estes fazem com que haja uma diminuição na fluidez e circulação do sangue, consequentemente diminuindo a circulação sanguínea em órgãos que produzem hormônios sexuais.
Idade: a partir dos 40 anos a testosterona cai 1% ao ano.

Lembre-se: o uso desse hormônio pode acarretar em graves efeitos colaterais, se for realizar deve ser prescrito e acompanhado de médico.

Reportagem tirada do site http://www.dicasdetreino.com.br
 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Suplementos alimentares servem para suprir necessidades nutricionais

Especialistas explicaram diferenças de concentrado natural e anabolizante.
Suplementos não podem substituir refeições nem servir de dieta exclusiva.

Suplementos alimentares muitas vezes são confundidos com anabolizantes. Mas, enquanto os primeiros são indicados para pessoas saudáveis, com alguma carência de nutrientes, os esteroides são medicamentos que devem ser usados apenas com receita médica, em casos muito específicos. Como esses hormônios interferem na formação muscular, os anabolizantes são usados indevidamente por quem quer ganhar massa.
Os suplementos alimentares podem ser usados para prevenir e tratar doenças (como no fígado e nos rins) e suprir demandas de restrições na dieta, falta de apetite e alimentação inadequada decorrente de estresse, falta de tempo ou maus hábitos.
Suplementos e anabolizantes 1 (Foto: Arte/G1)

 

Esses produtos também são indicados para praticantes de atividades físicas e atletas, como aditivo para melhorar o desempenho e encurtar o tempo de recuperação muscular. Não podem substituir refeições nem servir como dieta exclusiva.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) caracteriza suplementos vitamínicos ou minerais como alimentos que servem para complementar a dieta diária de uma pessoa saudável. Os produtos não podem substituir alimentos nem servir como dieta exclusiva. Precisam conter no mínimo 25% e no máximo 100% da Ingestão Diária Recomendada (IDR).
Segundo o nutrólogo Mauro Fisberg e a nutricionista Patrícia Bertolucci, os suplementos são vendidos em cápsulas, pó, pastilhas, líquidos, granulados e tabletes, entre outros formatos.
Sinais da falta de vitaminas e minerais
- Sonolência
- Baixa produtividade
- Queda de cabelo e unhas fracas
- Alterações no ciclo menstrual
- Manchas roxas na pele
Suplementos e anabolizantes 2 (Foto: Arte/G1)
Crescimento muscular
Os músculos crescem com o repouso, durante a noite. Após a atividade, eles enviam sinais para que as células aumentem a produção de proteínas, para recuperar as fibras que foram lesionadas durante o exercício. Essa recuperação faz com que o músculo cresça.
À medida que o corpo vai se adaptando com aquele esforço, a pessoa tem que aumentar a carga ou mudar o tipo de exercício, para continuar estimulando os músculos.
Anabolizante x coração
O coração é um músculo. Sem anabolizante, bate normalmente para irrigar o corpo com sangue. O anabolizante afeta o músculo cardíaco, fazendo com que a fibra cresça, como o resto dos músculos do corpo.
Com esse aumento, o coração vai ficando maior. Quando se torna muito grande, já não é mais capaz de bater com a mesma potência e irriga menos sangue.

Reportagem tirada da Globo.com/Bem estar

Oferecimento: Athletic Corpus